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Mata de Santa Genebra recebe professores da rede pública de ensino para atividade de formação em biodiversidade
A Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) Mata de Santa Genebra, em Campinas, recebeu nesta quinta-feira (5) professores da rede pública de ensino de diferentes municípios do Estado de São Paulo, participantes do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional (PROFBIO), oferecido pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
O PROFBIO é um programa de pós-graduação stricto sensu voltado à formação continuada de professores de Biologia que atuam na educação básica da rede pública. O mestrado tem como objetivo aprimorar a prática docente, promovendo a integração entre o conhecimento científico, a pesquisa e o desenvolvimento de estratégias inovadoras para o ensino de Biologia.
A atividade de campo foi conduzida pelos professores da Unicamp, Dr. Fernando Roberto Martins e Dra. Cristina Pontes Vicente, e teve como foco o reconhecimento e a observação da biodiversidade da Floresta Estacional Semidecidual, formação vegetal característica da Mata de Santa Genebra.
Os participantes foram recebidos pela equipe técnica da Fundação José Pedro de Oliveira (FJPO), responsável pela gestão da unidade de conservação. Inicialmente, os visitantes acompanharam uma apresentação sobre a história da Mata de Santa Genebra, sua importância para a conservação da biodiversidade regional e a estrutura de gestão da área protegida.
Na sequência, os professores receberam um roteiro de observação para orientar a atividade de campo, com foco na identificação e avaliação de espécies vegetais características da Floresta Estacional Semidecidual. A proposta permitiu relacionar os conhecimentos teóricos desenvolvidos durante o mestrado com a observação direta das características ecológicas da vegetação. Os professores foram ainda convidados a avaliar como os conceitos poderão ser aplicados em situações de ensino com os estudantes da educação básica.
A visita reforça a importância da Mata de Santa Genebra como espaço de ensino, pesquisa e formação de educadores, contribuindo para a aproximação entre a universidade, a rede pública de ensino e as unidades de conservação.
Além de proteger um importante remanescente de Mata Atlântica no interior paulista, a unidade de conservação desempenha papel relevante na produção e disseminação do conhecimento científico e na promoção da educação ambiental.


